Mesmo com a queda nos índices de dengue em comparação ao ano passado, a Secretaria de Saúde do DF (SES-DF) intensificou as ações preventivas em 2025. O foco mudou: além das visitas domiciliares, a estratégia agora une ciência e tecnologia.
Números de impacto no solo
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1,8 milhão de visitas: Mais de 360 servidores percorreram residências em todo o DF.
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Proteção de Longa Duração (BRI): Aplicação de uma camada protetora em paredes internas que elimina mosquitos por até 90 dias.
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Estações de Larvicida (EDLs): 3,2 mil baldes estratégicos que usam o próprio mosquito para espalhar veneno e impedir que as larvas virem adultos.
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Ovitrampas: 3,8 mil armadilhas instaladas para monitorar a quantidade de ovos e mapear áreas de risco.
Inovação pelos céus e pela ciência
A grande novidade de 2025 foi o uso de ferramentas de alta precisão:
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Drones: Mapearam 22 regiões administrativas, identificando 3 mil possíveis criadouros em locais de difícil acesso, como telhados e terrenos baldios.
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Método Wolbachia: A liberação de 13 milhões de “mosquitos amigos” (Wolbitos). Esses insetos carregam uma bactéria que os impede de transmitir doenças como Dengue, Zika e Chikungunya, passando essa característica para as próximas gerações.
O resultado? Uma prevenção muito mais cirúrgica e eficiente, garantindo a proteção da capital mesmo em períodos críticos.
Da Redação com informação da Ascom da Secretaria de Saúde do Distrito Federal

