Os estudantes da Escola Classe (EC) 59, em Ceilândia, começaram o ano letivo de 2026 de casa nova. O governador Ibaneis Rocha (MDB) inaugurou nesta quarta-feira (25) as novas instalações da unidade na QNN 36, um projeto erguido do zero após o prédio original ter sido condenado há quase uma década.
Com um investimento de mais de R$ 7,9 milhões, a nova EC 59 tem capacidade para acolher até 600 crianças da educação infantil (a partir de 4 anos) ao 5º ano do ensino fundamental, nos turnos matutino e vespertino. Atualmente, 470 alunos já estão matriculados.
Para o governador Ibaneis Rocha, a entrega reforça a segurança e a qualidade de vida das famílias. “Ter os filhos estudando próximo às suas residências dá tranquilidade aos pais, porque eles sabem que os jovens estão em um ambiente seguro, salubre, com uma boa alimentação e com excelentes professores da nossa rede pública de ensino”, afirmou, lembrando que esta é a segunda escola entregue pelo GDF apenas nesta semana.
“Sabemos que um ambiente estruturado e preparado faz toda a diferença no aprendizado, e é por isso que devolver esta escola à comunidade é a concretização do nosso compromisso em assegurar o presente e construir um futuro melhor para o Distrito Federal”, destacou, a vice-governadora Celina Leão.
Estrutura moderna e inclusiva O novo complexo educacional possui mais de 2,5 mil metros quadrados de área construída e foi desenhado para garantir total acessibilidade (com rampas, piso tátil, banheiros adaptados e sinalização em Braille).
A estrutura conta com:
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16 salas de aula;
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Laboratórios de informática e de artes;
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Espaços de convivência e estudo: biblioteca, auditório e refeitório;
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Esporte: quadra poliesportiva ampla;
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Apoio especializado: Salas de recursos, Atendimento Educacional Especializado (AEE) e Serviço de Orientação Educacional (SOE).
O fim de um transtorno para a comunidade A diretora da escola, Renata Campos, celebrou a entrega como um marco histórico. Durante oito anos, a comunidade escolar precisou ser realocada para o Centro de Ensino Médio 4, o que exigia que muitas famílias dependessem de transporte diário para um trajeto de até 20 minutos.
“Esperamos oito anos por esse momento. Hoje temos uma estrutura que realmente proporciona uma educação de qualidade”, afirmou a diretora. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, reforçou que a reconstrução salvou a escola, que corria o risco de ser extinta judicialmente devido aos problemas estruturais do passado.
Para quem vivencia o dia a dia, a mudança já é motivo de festa. Daiany Silva, de 33 anos, mãe da aluna Daisy, de 8 anos, elogiou a segurança do novo sistema de controle de acesso. Já a pequena Daisy resumiu o sentimento das crianças, elegendo a quadra poliesportiva como seu lugar favorito: “Aqui tem mais brincadeira, mais alegria e mais amizade para a minha vida”.
Com informações da Agência Brasília

