terça-feira, 23 junho 2026
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São Paulo tem cidades reconhecidas no Prêmio Boas Práticas dos CEUs das Artes

São Paulo teve experiências de Osasco e Santa Bárbara d’Oeste reconhecidas no Prêmio Boas Práticas dos CEUs das Artes, promovido pelo Ministério da Cultura, em Brasília.

Em Osasco, o CEU Yolanda Aparecida Avelino Ribeiro conquistou segundo lugar nacional em Programação Cultural e também em Formação de Público, com ações voltadas à formação artística e ocupação cultural da periferia. Quem reforça a boa prática é Priscila Carolina Lopes, coordenadora do equipamento.

 ” A gente oferece qualidade, porque assim, parece, né? Todo mundo tá aqui vai vai entender. Parece assim, nossa, até hoje se escuta isso, mas se escuta. Tá na comunidade, tá na periferia, ah, pode dar qualquer coisa, qualquer coisinha, a atividade tá bom para eles. Não, a gente quer faz questão dessa qualidade desde a, né, da formação dos educadores e de ter uma formação do nome artístico, ter uma formação artística para para os usuários, né? Para quem para a população que frequenta o nosso espaço. “

 Já em Santa Bárbara d’Oeste, o CEU Ariovaldo Inácio – Vardão foi reconhecido pela integração entre cultura, esporte e assistência social no território. Segundo o coordenador Helton Carlos, o CEU cumpre a função de se integrar em espaços públicos.

 ” É é um pessoal que vai lá frequentar o CRAS e que de repente vê ali a divulgação de espetáculo, ou o pessoal que tá lá, eh, na quadra e aí vê que tá tendo uma movimentação diferente, uma contação de história, essas coisas vão se complementando, né? E eu acho que isso estrutura o trabalho que a gente faz.”

Durante a cerimônia, o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Márcio Tavares, destacou a importância dos equipamentos culturais para a cidadania. 

“Oferecendo serviço público, garantindo direitos, garantindo cidadania, né? E demonstrando que aquele é um território que tem uma potência enorme para se desenvolver e que precisa, né? de que as políticas públicas sejam atentas para isso. Então, é um investimento importante e essa rede é uma rede estratégica. E ela é muito mais forte quando ela atua a partir da participação social”.

O encontro nacional também seguiu com oficinas voltadas ao fortalecimento da gestão territorial dos equipamentos culturais. Saiba mais no Site.
 

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